Ninguém aguenta mais Lula: Tarcísio cresce como nome forte da direita
Nos bastidores, circulam nomes como o do senador Flávio, do deputado Eduardo (hoje vivendo nos EUA) e até da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para Lula, na pior das hipóteses, já seria um grande trunfo enfrentar qualquer candidatura que carregue o sobrenome Bolsonaro, ainda que apenas como vice.

O sonho de consumo político de Lula da Silva, do PT, da esquerda e de todo o governo é simples: que a direita lance em 2026 um candidato alinhado a Jair Bolsonaro — de preferência um dos filhos do ex-presidente.
Nos bastidores, circulam nomes como o do senador Flávio, do deputado Eduardo (hoje vivendo nos EUA) e até da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para Lula, na pior das hipóteses, já seria um grande trunfo enfrentar qualquer candidatura que carregue o sobrenome Bolsonaro, ainda que apenas como vice.
Esse seria o cenário perfeito para o petista caso tente a reeleição: manter o país preso à polarização e explorar novamente a imagem daquele que derrotou em 2022 — vitória só possível graças à atuação descarada e parcial da Justiça Eleitoral.
Vale lembrar que Bolsonaro chegou à Presidência em 2018 pelo voto anti-Lula, quando o petista estava condenado a mais de 12 anos de prisão por corrupção. Lula só saiu da cadeia porque o STF decidiu rasgar a lei, numa manobra absurda que abriu caminho para sua volta ao poder.
Tarcísio entra no jogo
Nas últimas semanas, com a formalização da Federação União Progressista, um nome vem se destacando como favorito nos bastidores: Tarcísio de Freitas. Para muitos, ele é o candidato capaz de encerrar o ciclo do golpe que recolocou Lula e seus aliados no comando do Brasil.
Tarcísio participou do ato de criação da federação em Brasília. Sua inteligência, clareza de raciocínio, preparo técnico e experiência como gestor o colocam como o contraponto direto ao PT — um partido marcado pela corrupção e pelo discurso vazio.
Um histórico de resultados
A trajetória de Tarcísio fala por si. No DNIT, no Ministério da Infraestrutura e agora como governador de São Paulo — maior estado da federação — ele sempre entregou resultados concretos.
Enquanto o PT vive de desculpas esfarrapadas para encobrir escândalos de corrupção, Tarcísio simplesmente trabalha e mostra competência.
Não por acaso, tanto o centrão no Congresso quanto o mercado financeiro na Faria Lima já começam a se alinhar ao seu projeto.
Convergência política
Hoje, Tarcísio desponta como o nome mais forte da direita. Sua candidatura reorganiza o jogo político de outros presidenciáveis já lembrados, como Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Romeu Zema, que tenderiam a apoiá-lo.
Afinal, governar São Paulo — que concentra 23% do eleitorado nacional — é uma vantagem eleitoral inegável.
O próprio Tarcísio não esconde o diagnóstico: “ninguém aguenta mais Lula e o PT”.
O sistema tenta forçar uma aparência de normalidade, mas o país está corroído, e a população sente isso todos os dias.
O tempo político
Tarcísio tem 50 anos. Em 2030 terá apenas 55, contra 85 de Lula e 75 de Bolsonaro. O tempo não o pressiona.
Ainda assim, seus apoiadores entendem que 2026 pode ser a hora certa: ele seria o único capaz de derrotar Lula já na próxima eleição presidencial.
Prova disso é a reação do próprio petista. Ao perceber a força que Tarcísio ganha nos bastidores, Lula já passou a repetir que tentará a reeleição em 2026, desde que sua saúde permita. O PT sabe muito bem: Tarcísio de Freitas é o adversário mais perigoso que Lula poderia enfrentar.
Comentários (0)