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“Sem o Bolsonaro ele não é nada”, diz Lula sobre Tarcísio de Freitas

As declarações surgem após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, na quinta-feira (28), que colocou o governador de São Paulo numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno. As declarações surgem após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, na quinta-feira (28), que colocou o governador de São Paulo numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno.

“Sem o Bolsonaro ele não é nada”, diz Lula sobre Tarcísio de Freitas
“Sem o Bolsonaro ele não é nada”, diz Lula sobre Tarcísio de Freitas (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a atacar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nesta sexta-feira (29). Em entrevista à Rádio Itatiaia, em Minas Gerais, Lula afirmou que Tarcísio “não é nada” sem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que, em 2026, “vai fazer o que o Bolsonaro quiser”.


– Temos que reconhecer que o Bolsonaro tem uma força no setor de extrema-direita muito forte. Ele [Tarcísio] vai fazer o que o Bolsonaro quiser. Sem o Bolsonaro ele não é nada – disse o petista.

As declarações surgem após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, na quinta-feira (28), que colocou o governador de São Paulo numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno. O presidente, no entanto, minimizou o resultado:

– A história está cheia de gente que seria eleita presidente no ano anterior e quando concorre não tem nenhum voto. Não é fácil ser candidato em um país megadiverso como o Brasil, de culturas muito diferentes – afirmou.


Questionado sobre a força eleitoral de São Paulo na disputa presidencial de 2026, Lula disse que o estado sempre pode lançar nomes relevantes, mas que o verdadeiro candidato competitivo do estado é ele próprio.

– São Paulo sempre pode ter um candidato competitivo. Tem 44 milhões de habitantes. É o estado mais industrializado, mais rico, que tem mais infraestrutura. Sempre pode ter candidato. Nem sempre dá certo. [Orestes] Quércia tentou ser, não foi. Ulysses Guimarães tentou ser, não foi. [Paulo] Maluf tentou, não foi. Eu sou paulista também, o candidato competitivo em São Paulo sou eu. Moro em São Paulo desde 1952 – declarou.

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