Porta-aviões gigante dos EUA se aproxima da Venezuela
Segundo comunicado oficial, “a presença reforçada das forças dos EUA no Comando Sul aumentará a capacidade de detectar, monitorar e interromper atores e atividades ilícitas que comprometem a segurança e a prosperidade do território norte-americano e da região hemisférica”, afirmou o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell.
Nesta terça-feira (11), os Estados Unidos deram mais um passo decisivo sob a liderança do presidente Donald Trump para reforçar a segurança no Hemisfério Ocidental. O grupo de ataque liderado pelo USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, entrou oficialmente na área de responsabilidade do Comando Sul (Southcom) — que cobre a América Latina e o Caribe — conforme anunciou a Marinha americana.
A poderosa movimentação naval segue a ordem direta do secretário de Guerra, Pete Hegseth, em cumprimento à “diretriz presidencial de desmantelar organizações criminosas transnacionais e combater o narcoterrorismo em defesa da pátria”.
A chegada do Gerald R. Ford acontece em meio ao aumento das tensões entre Washington e o regime socialista de Nicolás Maduro, acusado por autoridades americanas de ter laços com redes internacionais de narcotráfico — acusações que o ditador venezuelano nega.
Segundo comunicado oficial, “a presença reforçada das forças dos EUA no Comando Sul aumentará a capacidade de detectar, monitorar e interromper atores e atividades ilícitas que comprometem a segurança e a prosperidade do território norte-americano e da região hemisférica”, afirmou o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell.
Parnell destacou ainda que as forças americanas “ampliarão as capacidades existentes para interromper o tráfico de entorpecentes e degradar e desmantelar organizações criminosas transnacionais” — uma ação que marca o endurecimento da política de segurança sob o governo Trump.
Com mais de 4 mil marinheiros e dezenas de aeronaves táticas, o grupo de ataque do Gerald R. Ford se une às tropas já posicionadas na região, incluindo o grupo anfíbio do navio Iwo Jima e unidades expedicionárias de fuzileiros navais.
O comandante do Southcom, almirante Alvin Holsey, reforçou o compromisso da operação ao afirmar: “Por meio de um compromisso inabalável e do uso preciso de nossas forças, estamos prontos para combater as ameaças transnacionais que buscam desestabilizar nossa região.”
Segundo o almirante, o envio do Gerald R. Ford representa “um passo crítico para proteger a segurança do Hemisfério Ocidental e a segurança da pátria americana”, destacando a determinação do governo Trump em garantir a estabilidade e a soberania das Américas.
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