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Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local

De acordo com o canal oficial, áreas civis e militares teriam sido atingidas. Diante da ofensiva, o regime venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora estatal.

Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local
Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local (Foto: Reprodução)

Quatro cidades da Venezuela foram atingidas por bombardeios dos Estados Unidos na manhã deste sábado (3/1), segundo informou a emissora estatal venezuelana. Entre os alvos estariam Caracas, capital do país, La Guaira, além de localidades nos estados de Miranda e Aragua.

De acordo com o canal oficial, áreas civis e militares teriam sido atingidas. Diante da ofensiva, o regime venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora estatal.


EUA confirmam operação

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a ofensiva e anunciou a captura do ditador Nicolás Maduro. A declaração foi feita neste sábado (3/1) por meio da rede Truth Social.

Segundo Trump, forças norte-americanas realizaram uma operação de grande escala na capital venezuelana. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou.

O governo venezuelano reagiu acusando os Estados Unidos de agressão militar direta. Em comunicado oficial, Maduro declarou emergência nacional e convocou mobilização interna. “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia a nota divulgada pelo regime.

O ataque ocorre apenas dois dias após Maduro afirmar publicamente que estaria disposto a dialogar com o governo americano. Na ocasião, declarou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

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