Bolsonaro vai ser preso? Termina hoje prazo dado por Moraes para explicar entrevista
O político falou a jornalistas na saída da Câmara dos Deputados, após se reunir com aliados, nesta segunda-feira, 21.
O político falou a jornalistas na saída da Câmara dos Deputados, após se reunir com aliados, nesta segunda-feira, 21.
Ao desprezar os EUA e bajular regimes como os de Xi Jinping e Putin, Lula cavou um buraco diplomático do qual será difícil sair. Trump dificilmente aceitará diálogo com alguém que faz afagos a seus adversários globais.
A decisão foi tomada após Bolsonaro exibir, de forma transparente, a tornozeleira eletrônica enquanto visitava a Câmara dos Deputados. A visita foi registrada por parlamentares e veículos de imprensa, e rapidamente viralizou nas redes sociais. No entanto, Moraes interpretou o simples ato como uma possível quebra das restrições.
Por ordem de Alexandre de Moraes, Eduardo está impedido até mesmo de se comunicar com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A justificativa usada é uma investigação que alega “coação no curso do processo” devido às articulações com autoridades norte-americanas.
A fala foi feita durante um encontro com representantes da sociedade civil chilena. Lula não perdeu a oportunidade de alfinetar seu principal adversário político, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e afirmou: “No Brasil, com eleição do Bolsonaro, o povo descobriu a importância da democracia”.
Orbán não poupou críticas às decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando-as como “julgamentos com motivação política” que, segundo ele, são “ferramentas de medo, não de Justiça”.
A confusão começou quando jornalistas e fotógrafos, desesperados por registrar imagens de Bolsonaro, derrubaram uma das mesas de vidro no Salão Verde — área de passagem para o plenário da Câmara. Apesar da correria, ninguém ficou seriamente ferido.
A decisão veio após mais uma ofensiva autoritária do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu ampliar ainda mais as restrições contra o líder conservador.
Em um momento marcante e visivelmente indignado, Bolsonaro levantou a barra da calça para expor o que chamou de “símbolo da máxima humilhação” imposta por um sistema que, segundo ele, age de forma covarde contra um homem inocente
Segundo Orbán, “julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de Justiça”.