Ataque dos EUA expõe fragilidade da diplomacia de Lula diante de Trump
O episódio expõe o desafio do Itamaraty de projetar estabilidade regional sem romper relações com a Casa Branca, hoje comandada pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump.
O episódio expõe o desafio do Itamaraty de projetar estabilidade regional sem romper relações com a Casa Branca, hoje comandada pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump.
Ao comentar a situação colombiana, Trump fez duras críticas ao presidente Gustavo Petro, associando o governo local à expansão do tráfico de drogas.
De acordo com as denúncias, Maduro teria liderado e facilitado um esquema internacional de envio de toneladas de cocaína ao território norte-americano, utilizando a própria máquina estatal venezuelana.
“Se não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disse Trump à revista The Atlantic em uma breve entrevista por telefone.
Em 2025, a pontuação exigida para aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu novos ajustes. Essas mudanças exigem planejamento, responsabilidade individual e informação — valores fundamentais para quem acredita em um Estado mais enxuto e eficiente.
Na publicação, Caiado classificou o episódio como um dia histórico e afirmou que a ação representa a libertação do povo venezuelano, que, segundo ele, esteve oprimido por mais de duas décadas sob a chamada narcoditadura chavista.
A declaração ocorre no início do processo de transição política na Venezuela, após a saída de Maduro do poder, encerrando um período de quase 27 anos de governos ligados ao chavismo no país.
A aeronave pousou na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, no estado de Nova York. De acordo com autoridades norte-americanas, Maduro deverá comparecer na próxima semana a um tribunal federal em Manhattan, onde responderá a acusações relacionadas ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de armas.
Em pronunciamento oficial, Trump afirmou que a medida tem como objetivo garantir a ordem, estabilizar as instituições e conduzir uma “transição adequada para a democracia”. Segundo ele, a administração norte-americana assumiria setores estratégicos, como segurança e infraestrutura, enquanto prepara o terreno para novas eleições.
A reunião reúne ministros e assessores das áreas de Relações Exteriores, Defesa e Segurança Institucional, com o objetivo de analisar os efeitos diplomáticos imediatos, possíveis reflexos na segurança regional e os impactos diretos para o Brasil.