Advogado deixa defesa após Carla Zambelli sair do Brasil
Bialski alegou que a decisão é de “foro íntimo”.
Bialski alegou que a decisão é de “foro íntimo”.
Zambelli continuou declarando que “mais uma vez, o STF e a Procuradoria-Geral da República tentam agir de forma contrária à Constituição”.
Na semana passada, o líder petista fez solicitação semelhante à PGR, contra o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), alegando que sua conduta nos Estados Unidos fere à soberania nacional e pedindo instauração de inquérito criminal.
Nesta terça-feira (3), Zambelli disse que estar fora do Brasil há alguns dias e que vai morar na Europa, onde tem cidadania. A ideia, segundo ela, é atuar pelo fortalecimento da direita nos países da região e “resistir, voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs”.
Lindbergh irá pedir à PGR que solicite à Interpol a inclusão do nome da deputada na lista vermelha do órgão, para localizar, prender e extraditar Zambelli de volta ao Brasil.
De acordo com Zambelli, ela tem cidadania europeia.
Ele também negou qualquer conversa com Braga Netto sobre ruptura institucional e que o motivo das reuniões era a organização de pautas inerentes ao Partido Liberal.
A atriz também disse que não tem interesse de saber a opinião da classe artística sobre ela.
Eduardo Bolsonaro tem sido apontado como candidato ao Senado por São Paulo, na chapa do governador do estado Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem afirmado que pretende disputar as eleições.
A decisão contou com os votos favoráveis da maioria dos ministros. Apenas Nunes Marques e André Mendonça votaram pela absolvição do réu.