URGENTE: Oposição consegue maioria no Senado para apoiar impeachment de Moraes
Em publicação na rede social X, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou que a 41ª assinatura foi do senador Laércio Oliveira (PP-SE).
Em publicação na rede social X, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou que a 41ª assinatura foi do senador Laércio Oliveira (PP-SE).
Compartilhando publicação do Departamento de Estado dos EUA que condena a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ele pediu para que outros magistrados não apoiem Alexandre de Moraes.
A oposição, no entanto, afirma estar próxima de reunir 41 assinaturas para formalizar o pedido. Mas, para afastar um ministro do STF, é necessário o apoio mínimo de 54 votos favoráveis no plenário do Senado – algo que, segundo Ciro, está fora da realidade.
A decisão foi tomada após um acordo com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que se comprometeu a colocar em votação, já na próxima semana, dois projetos cruciais para os conservadores: a anistia dos manifestantes presos por se manifestarem contra o sistema e o fim do foro privilegiado, um dos maiores símbolos da impunidade da elite política e judicial.
A recente decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre as visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, provocou confusão devido ao uso incorreto de termos familiares.
Motta ainda destacou que houve um somatório de acontecimentos recentes que levaram a essa situação dentro da Casa. “É comum? Não. Estamos vivendo tempos normais? Também não.
O consenso aconteceu após reunião com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líder partidários.
Segundo o parlamentar, a proposta seria entregar sua cadeira no Senado para a suplente — alinhada à esquerda — como parte de um acordo obscuro.
A solicitação está fundamentada na Constituição Federal, na Constituição do Estado do Rio de Janeiro e na Lei Orgânica do Município — demonstrando que a medida tem respaldo legal diante da conduta incompatível de Santa Cruz.
Nas redes sociais, parlamentares contrários ao governo compartilham vídeos e imagens que denunciam o clima de cerceamento de direitos. Para eles, trata-se de uma “perseguição política escancarada”. Toda essa movimentação ocorre no contexto da ocupação promovida pela oposição, que cobra a votação do “Pacote de Paz”.