Oposição anuncia obstrução no Congresso: “A reação começou”
Durante uma coletiva convocada pela oposição logo após a prisão de Bolsonaro, Marinho não poupou palavras: classificou o atual momento como um “estado de exceção no Brasil”.
Durante uma coletiva convocada pela oposição logo após a prisão de Bolsonaro, Marinho não poupou palavras: classificou o atual momento como um “estado de exceção no Brasil”.
A perseguição judicial a Bolsonaro acontece mesmo com o apoio crescente que o ex-presidente recebe, inclusive de lideranças internacionais como Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, que já alertou sobre o avanço autoritário no Brasil.
No artigo intitulado “It’s sad, but Trump is right about Brazil” (“É triste, mas Trump está certo sobre o Brasil”), o jornalista James Varney afirma que as sanções impostas pelos EUA a Moraes são justificadas. Segundo ele, as ações do ministro brasileiro contra opositores políticos, jornalistas e usuários de redes sociais se assemelham mais a práticas autoritárias do que a uma defesa da democracia.
Para Leite, o episódio reflete um padrão preocupante da política brasileira, marcada por um ambiente hostil e por um “cabo de guerra jurídico-político” que, segundo ele, paralisa o país.
“A prisão de Jair Bolsonaro é um absurdo. A verdade é que Bolsonaro foi julgado e condenado muito antes de tudo isso começar”
O episódio ocorreu logo após Carlos participar de atos políticos em Florianópolis (SC), onde apoiadores protestaram contra Moraes. Segundo relatos, o vereador, conhecido por sua proximidade com o pai e engajamento nas redes sociais, apresentou sintomas que exigiram atendimento cardiológico de emergência.
Essas medidas se somam a uma série de outras restrições já determinadas anteriormente, como a proibição de uso de redes sociais, de aproximação de embaixadas ou consulados estrangeiros e de contato com embaixadores ou outros investigados no inquérito da chamada "trama golpista".
Em nota firme, Eduardo declarou ter recebido a notícia “com tristeza, como filho, mas sem surpresa”. Segundo o parlamentar, Moraes agiu em retaliação direta ao clamor popular e às novas denúncias da Vaza-Toga que escancararam o que ele chamou de "podridão" no gabinete do ministro.
A publicação revela diálogos atribuídos ao ex-assessor de Moraes no TSE, Eduardo Tagliaferro, com outros juízes e auxiliares diretos do ministro, como Cristina Kusuhara, sua chefe de gabinete no STF.
A revelação foi feita durante entrevista ao programa Show da Manhã, da plataforma Fio Diário.