Oposição reage a censura na Câmara e exibe bandeira de Trump: “Resposta à diplomacia desastrosa de Lula”
O deputado Filipe Barros (PL-PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores, anunciou que a oposição não recuará
O deputado Filipe Barros (PL-PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores, anunciou que a oposição não recuará
No documento, os advogados de Bolsonaro argumentam que Moraes não deixou claro qual o limite dado ao ex-mandatário para se manifestar publicamente.
Apesar de não confirmar nem negar nada, Barroso admitiu que o tema é relevante
O julgamento foi pautado a pedido do próprio Moraes, logo após decretar as restrições na sexta-feira (18).
O político falou a jornalistas na saída da Câmara dos Deputados, após se reunir com aliados, nesta segunda-feira, 21.
Ao desprezar os EUA e bajular regimes como os de Xi Jinping e Putin, Lula cavou um buraco diplomático do qual será difícil sair. Trump dificilmente aceitará diálogo com alguém que faz afagos a seus adversários globais.
A decisão foi tomada após Bolsonaro exibir, de forma transparente, a tornozeleira eletrônica enquanto visitava a Câmara dos Deputados. A visita foi registrada por parlamentares e veículos de imprensa, e rapidamente viralizou nas redes sociais. No entanto, Moraes interpretou o simples ato como uma possível quebra das restrições.
Por ordem de Alexandre de Moraes, Eduardo está impedido até mesmo de se comunicar com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A justificativa usada é uma investigação que alega “coação no curso do processo” devido às articulações com autoridades norte-americanas.
A fala foi feita durante um encontro com representantes da sociedade civil chilena. Lula não perdeu a oportunidade de alfinetar seu principal adversário político, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e afirmou: “No Brasil, com eleição do Bolsonaro, o povo descobriu a importância da democracia”.
Orbán não poupou críticas às decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando-as como “julgamentos com motivação política” que, segundo ele, são “ferramentas de medo, não de Justiça”.