Urgente: PGR pede condenação de Bolsonaro
Segundo a PGR, Bolsonaro liderou uma organização criminosa armada voltada a desacreditar o sistema eleitoral, incitar ataques a instituições democráticas e articular medidas de exceção.
Segundo a PGR, Bolsonaro liderou uma organização criminosa armada voltada a desacreditar o sistema eleitoral, incitar ataques a instituições democráticas e articular medidas de exceção.
A regulamentação será publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (15) e detalha os caminhos possíveis para aplicação da lei aprovada em abril pelo Congresso Nacional. A proposta recebeu amplo apoio tanto da base governista quanto da bancada ruralista e foi acelerada em sua tramitação nas duas Casas legislativas.
O advogado Jeffrey Chiquini, que defende Martins, declarou na rede social X que Cid deixou claro que seu cliente não viajou para os Estados Unidos no final de 2022. Essa suspeita gerou a motivação para a prisão do ex-assessor de Bolsonaro.
A matéria da Jovem Pan afirmava que Bolsonaro teria confessado que estaria fora da disputa, que Eduardo Bolsonaro “está quase fora” e que “o sistema” tentaria impedir Michelle Bolsonaro de concorrer.
Na carta que comunicou o aumento das taxas, Donald Trump critica a julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o classificando como “uma desgraça internacional” e afirma que “esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deve terminar IMEDIATAMENTE!”.
De acordo com a Mesa Diretora, o parlamentar usou “expressões de baixo calão, desonrosas e depreciativas”, o que, segundo o parecer do corregedor parlamentar Diego Coronel (PSD-BA), "feriu gravemente a dignidade da Câmara e a conduta que se espera de um representante do povo".
A fala acontece em um momento de intensa pressão contra conservadores e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, principalmente no contexto das investigações controversas sobre os eventos de 8 de Janeiro. Eduardo denuncia uma articulação da base aliada do governo Lula para silenciar opositores e perseguir politicamente figuras da direita.
A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A medida será publicada no Diário Oficial antes de uma série de reuniões com representantes da indústria e do agronegócio – setores diretamente prejudicados pela decisão americana. O Planalto se apressa para tentar demonstrar firmeza, enquanto o país enfrenta mais um desgaste internacional causado por disputas internas.
A mudança de postura ocorre após pedido da Autoridade Palestina e de pressão interna do PT e seus aliados de esquerda. O próprio Lula já havia classificado a ofensiva israelense contra o Hamas — grupo responsável por ataques covardes contra civis israelenses — como “genocídio” e “limpeza étnica”.