Cármen Lúcia discute com advogado de Ramagem durante julgamento
A ministra interrompeu a fala da defesa alegando que havia risco de confundir a questão do voto impresso com a auditabilidade do processo eleitoral.
A ministra interrompeu a fala da defesa alegando que havia risco de confundir a questão do voto impresso com a auditabilidade do processo eleitoral.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse que o processo estaria contaminado.
Bolsonaro se recusou a fazer outros comentários. Jair Renan saiu na calçada, em frente à casa, mas não conversou com a reportagem.
No início da sessão, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, disse que uma organização criminosa tentou “coagir” e “submeter o STF” ao governo de Donald Trump.
Segundo o U.S. News & World Report, espera-se que o republicano fale sobre imposição de tarifas sobre medicamentos importados e a escalada nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela.
Na visão do deputado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não permitirá o enfraquecimento da Lei Magnitsky perante à comunidade internacional.
O novo mandato terá duração de cinco anos. O Sindnapi é investigado pela Polícia Federal e pela CGU por descontos não autorizados em benefícios de aposentados.
Segundo o presidente da CPMI, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), os primeiros ministros da Previdência a serem ouvidos serão os que ocupam ou ocuparam o cargo durante o governo Lula.
Nikolas destacou a parcialidade no processo e apontou a proximidade dos magistrados com a esquerda. “Moraes é o maior inimigo de Bolsonaro e aliado de Lula. Dino é ex-ministro/amigo de Lula. Zanin é ex-advogado pessoal de Lula. Será porque Bolsonaro está indignado, né?”, ironizou o deputado.
A CPMI apura um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões, que teria causado um prejuízo estimado em R$ 6,3 bilhões aos segurados entre 2019 e 2024.