Criminoso cumpre ameaça e incendeia barracão em Jataí-GO após ser repreendido por usar entorpecentes
De acordo com o dono do imóvel, que também mantém um ferro-velho no local, o suspeito foi flagrado consumindo drogas em um barracão anexo.
De acordo com o dono do imóvel, que também mantém um ferro-velho no local, o suspeito foi flagrado consumindo drogas em um barracão anexo.
O influenciador revelou que sua indignação nasceu ao perceber um movimento perigoso na internet: crianças expostas em vídeos que, embora parecessem inocentes, atraíam pedófilos.
As investigações apontam que Hytalo mantinha um grupo de jovens – muitos deles menores de idade – em uma residência em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa, oferecendo apoio financeiro em troca da participação nos conteúdos que produzia.
De acordo com informações iniciais, os corpos apresentavam diversas perfurações provocadas por arma branca.
Entre as medidas impostas aos executivos estão: comparecimento mensal em juízo, proibição de contato com investigados e testemunhas, recolhimento domiciliar noturno, monitoramento eletrônico e entrega de passaporte. Além disso, o pagamento da fiança foi fixado em R$ 25 milhões.
Ele é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Ministério Público do Trabalho (MPT) por exploração e exposição de menores de idade em conteúdos produzidos para as redes sociais.
Essa não é a primeira ação contra o influenciador. Na quarta-feira (13), outro mandado, dessa vez assinado pelo juiz Adhailton Lacet, já havia sido cumprido. Policiais militares foram até o condomínio de Hytalo, mas ele não estava em casa. Funcionários relataram que ele havia saído pouco antes, levando “bastante equipamentos” no carro.
De acordo com a investigação, iniciada em março deste ano, o casal mirava homens aposentados com boa condição financeira, fazendo contato por ligações e mensagens.
Segundo o delegado Marcos Adorno, “o estabelecimento era usado exclusivamente para o comércio de drogas”. As investigações apontam que o proprietário, de apenas 23 anos, era o chefe do esquema na região, comandando uma rede de distribuição ilícita.
A divulgação do nome e da imagem do suspeito foi autorizada com base na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021 da PCGO, em razão do interesse público e da possibilidade de surgirem novas denúncias.