“Flávio é o Bolsonaro que a gente sempre sonhou”, diz Marçal
A declaração ocorreu após o parlamentar — que é pré-candidato à Presidência da República — participar de uma conferência.
A declaração ocorreu após o parlamentar — que é pré-candidato à Presidência da República — participar de uma conferência.
Mais cedo, o texto já havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por 17 votos a 7. Como o projeto já passou pela Câmara dos Deputados, ele segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Essa é a terceira vez que o pedido de extradição é rejeitado. Em abril deste ano, a Justiça espanhola já havia apontado “motivação política” por parte do governo brasileiro na tentativa de trazer Eustáquio de volta ao país, negando o pedido — informação divulgada à época pela CNN.
A pesquisa ouviu 2.300 eleitores, por meio de entrevistas presenciais realizadas em 48 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 22 e 29 de novembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Segundo o petista, a situação seria irreversível. “Situação que, mesmo com eventual comparecimento integral às sessões remanescentes, não poderia mais ser revertida do ponto de vista matemático”, defendeu. Ele ainda argumenta que não haveria margem para decisão política por parte da Mesa Diretora.
Nikolas destacou que, embora discorde politicamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconhece que se trata de um agente político — algo que, segundo ele, não se aplica ao ministro do STF.
A decisão veio após a forte repercussão das críticas feitas pelo cantor Zezé Di Camargo à presença do presidente Lula no evento de lançamento do SBT News, ocorrido na última sexta-feira (12), em São Paulo.
A reação ocorreu depois de o sertanejo afirmar que a participação do presidente e de figuras do poder público no lançamento representaria uma espécie de “prostituição” do canal.
Entre as presentes estava a influenciadora Martha Graeff, namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, que é investigado pela Polícia Federal sob suspeita de gestão temerária e fraudulenta, organização criminosa e emissão de títulos de crédito falsos.
Bolsonaro passou por uma ultrassonografia realizada na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde está preso.