Juíza da Suprema Corte dos EUA: “Juízes não são reis, são árbitros”
Segundo a magistrada, “em nossa república democrática, o juiz não faz justiça como vê, ele é constrangido pela lei adotada pelo processo democrático”.
Segundo a magistrada, “em nossa república democrática, o juiz não faz justiça como vê, ele é constrangido pela lei adotada pelo processo democrático”.
Na próxima terça-feira (9), os ministros iniciam a votação que pode levar Bolsonaro e seus aliados a penas superiores a 30 anos de prisão — uma ação que muitos veem como parte da perseguição política movida pelo sistema contra o ex-presidente.
O ex-presidente Bolsonaro e outros sete réus compõem o chamado núcleo crucial, acusados de cinco crimes em ação penal por suposta tentativa de golpe de Estado, em trâmite no STF. O julgamento começou na última terça-feira (2) e está sob condução da Primeira Turma do Supremo, presidida pelo ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula (PT).
Segundo o governo, a distribuição começará ainda em novembro deste ano e, até março de 2026, o novo modelo deverá alcançar todas as famílias previstas.
As manifestações terão a participação confirmada do pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), que divulgou os horários e locais dos atos chamados Reaja, Brasil. Assim como aconteceu em 3 de agosto, as mobilizações acontecerão no Rio de Janeiro pela manhã e em São Paulo à tarde.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa Bolsonaro e seus aliados de supostos crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, além de dano e deterioração de patrimônio histórico.
Segundo o documento, além do Brasil, também estariam na mira do governo norte-americano delegações do Irã, Sudão e Zimbábue. Entre as medidas estudadas estão a limitação de deslocamentos fora de Nova Iorque, restrições a encontros bilaterais com autoridades americanas e até a proibição de compras em grandes atacadistas reservados a diplomatas da ONU.
Familiares confirmaram a perda em redes sociais, em uma mensagem comovente: “É com profundo pesar que lamentamos a perda de Mateus Mendes (36), Juliana Pacheco Mendes (32) e da pequena Liz (1 ano), que partiram deixando um vazio em nossos corações.”
A medida é usada para sancionar estrangeiros acusados de práticas como corrupção ou violações de direitos humanos. No caso de Moraes, Washington acusa o ministro de abusar de decisões judiciais que ferem direitos fundamentais.
Barroso disse que não existe anistia antes de julgamento, mas que depois passa a ser uma “questão política”. A fala foi interpretada por bolsonaristas como um aceno. A coluna Mônica Bergamo, o ministro negou que tenha defendido a ideia de anistia.