Maduro ameaça EUA e fala em “fim do império americano”
Maduro, conhecido por reprimir opositores e violar direitos humanos, chamou os norte-americanos de “imperialistas” e afirmou que sua reação poderia “acabar com o império americano”.
Maduro, conhecido por reprimir opositores e violar direitos humanos, chamou os norte-americanos de “imperialistas” e afirmou que sua reação poderia “acabar com o império americano”.
Essas crises estão diretamente ligadas à facada sofrida por Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 — um atentado que quase tirou sua vida — e vêm sendo motivo de incômodo desde 2021.
A tensão ganhou força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, conforme atualização publicada no site do Tesouro americano em 30 de julho. Por enquanto, a sanção atinge apenas Moraes, deixando de fora outros ministros que também estavam na mira, como Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.
No texto, o governo americano acusa o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de censurar apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e diz que “a situação dos direitos humanos no Brasil piorou ao longo do ano” sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais. Após a repercussão, o religioso gravou um vídeo tentando explicar o episódio, afirmando que se tratava de uma “investigação pessoal”.
A decisão foi assinada pelo juiz Fernando José Cúnico e está relacionada a um processo no qual Frota foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais. O motivo: ele teria divulgado informações falsas contra um ex-dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Ubatuba, no Litoral Norte paulista.
Moradores relataram tremores e barulhos ensurdecedores a até 20 quilômetros de distância do epicentro.
A declaração foi dada após jornalistas perguntarem se os ministros estariam se reunindo para pedir que Moraes “arrefeça” suas decisões no inquérito do chamado “golpe de Estado”. Gilmar admitiu que encontros entre magistrados têm ocorrido, mas garantiu que o assunto é outro: as possíveis consequências das sanções impostas pelos Estados Unidos a autoridades brasileiras.
Apesar da autorização, Moraes impôs uma exigência: após a consulta, Bolsonaro deverá comprovar que esteve no Hospital DF Star, em Brasília.
Segundo o jornal, embora a medida de Trump não tenha conseguido livrar seu aliado político, Jair Bolsonaro (PL), da prisão domiciliar e do julgamento por suposta tentativa de golpe de Estado, ela deu às plataformas digitais sua “melhor chance até agora” de negociar, após um período de “controle rígido”.