Turma do STF julga nesta segunda-feira (24) se Bolsonaro continuará preso
O julgamento será feito no plenário virtual, convocado pelo presidente do colegiado, ministro Flávio Dino.
O julgamento será feito no plenário virtual, convocado pelo presidente do colegiado, ministro Flávio Dino.
Bolsonaro foi detido por volta das 6h da manhã de sábado, em meio a um cenário nacional tenso e contestado. Michelle não estava em casa no momento, pois participava no Ceará de um encontro do PL Mulher.
O ex-presidente garantiu que não tinha intenção de fugir e que a cinta do equipamento não teria sido rompida — algo que ainda será analisado pela perícia. Ele relatou ter avisado os policiais após “cair na razão” e parar de tentar abrir o monitoramento eletrônico.
Bolsonaro foi preso na manhã desse sábado (22) após tentar romper o aparelho de monitoramento com um ferro de soldar.
Na mensagem, a embaixada sustentou que o ministro expôs o STF “à vergonha e ao descrédito internacional” ao desconsiderar regras tradicionais de autocontenção judicial e, segundo eles, ao politizar o processo contra o ex-presidente.
A comemoração, porém, não passou despercebida pelos seguidores. Muitos criticaram a postura da atriz, acusando-a de provocar à distância enquanto vive fora do país.
Segundo a determinação, Michelle poderá ver o marido somente entre 15h e 17h deste domingo — e nada além disso. A defesa também solicitou acesso dos filhos de Bolsonaro, mas, como não apresentou os nomes exigidos para o cadastro, Moraes optou por barrar temporariamente a entrada deles.
Ao ser informado pela imprensa da Casa Branca sobre a ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) — decretada após a suposta violação da tornozeleira eletrônica e alegações de risco de fuga — Trump demonstrou espanto.
No despacho, Moraes declarou que a ocorrência “constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão” — tumulto que, segundo ele, teria sido provocado pela vigília organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-chefe do Executivo.
A indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois submetida ao plenário do Senado. Se obtiver maioria, Messias assumirá a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, aposentado recentemente.