Gleisi surta nas redes e culpa Bolsonaro por sanções dos EUA
Gleisi também fez referência a uma carta de senadores dos EUA, que segundo ela, demonstraria interferência de Trump no Brasil
Gleisi também fez referência a uma carta de senadores dos EUA, que segundo ela, demonstraria interferência de Trump no Brasil
De acordo com análise publicada pelo Diário do Poder, a viagem pode se transformar em um constrangimento diplomático, já que ocorre a apenas quatro dias do prazo final, enquanto outras nações — como China, Japão e países da União Europeia — já estão em negociações diretas e de alto nível com o governo norte-americano.
A caminhada teve início na Praça XV de Novembro e percorreu ruas centrais da cidade, contando com o apoio de famílias, jovens, idosos e até empresários locais, que também pedem por um país mais justo, transparente e com respeito às liberdades fundamentais.
Entre os participantes, estavam os deputados Capitão Alden (PL), vice-líder da oposição na Câmara, e Diego Castro (PL), da Assembleia Legislativa da Bahia. Ambos denunciaram a escalada autoritária no país e reforçaram que a perseguição política precisa acabar.
Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, Amorim alegou que as ações de Trump estariam, na verdade, fortalecendo os laços do Brasil com o Brics.
O chefe da diplomacia americana disse que o governo de Maduro não é legítimo.
No último dia 18 de julho, Bolsonaro foi alvo de mais uma ação orquestrada da Polícia Federal, que, sob comando do Supremo, cumpriu mandados de busca e apreensão, além de obrigar o ex-chefe do Executivo a usar tornozeleira eletrônica. As restrições incluem ainda recolhimento domiciliar noturno e integral aos fins de semana, proibição de uso das redes sociais e de contato com outros nomes perseguidos politicamente pelo sistema.
Indignado com a medida autoritária, Sóstenes relatou o que classificou como uma grave afronta às liberdades democráticas
A legislação permite a imposição de sanções secundárias contra qualquer banco ou empresa que decida ignorar as restrições americanas e manter negócios com os sancionados.
A publicação lembra que a primeira decisão de Moraes sobre as medidas cautelares já era marcada por incertezas. Agora, com a nova determinação, a situação só piora: o ministro, além de não esclarecer os limites das proibições, redige um texto que mais confunde do que orienta.