Esquerda faz ato em SP pela libertação de ativistas de flotilha
O protesto também fez referências ao líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, e homenagens aos integrantes da flotilha interceptada por Israel.
O protesto também fez referências ao líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, e homenagens aos integrantes da flotilha interceptada por Israel.
O primeiro encontro ocorreu em julho, no Rio de Janeiro, na Igreja Batista de São Cristóvão. Depois, Janja passou por Salvador, Manaus e Ceilândia (DF).
Enquanto o brasileiro enfrenta alta de preços e carga tributária pesada, o Planalto aumenta seus gastos com publicidade, em plena tentativa de melhorar a imagem do governo nas redes.
Luizianne fazia parte da flotilha com destino à Faixa de Gaza quando foi detida, junto a outros integrantes brasileiros, pela Marinha de Israel. A interceptação ocorreu na última quarta-feira, 1º, no Mar Mediterrâneo.
O imóvel, de número 371 na Rua Alemanha, é alugado pelo advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues, que, segundo documentos obtidos pelo Diário do Poder, paga R$ 196.292,00 por mês para morar no local.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia criticou duramente a esquerda, acusando-a de hipocrisia ao rejeitar a proposta de anistia aos presos do 8 de janeiro.
Em resposta, a um pedido da Lei de Acesso à Informação feito pelo O Globo, o a AGU alegou que os papéis tratam da “estratégia jurídica de defesa dos interesses do Estado brasileiro e das teses e argumentos que o Brasil deve levar ao processo judicial, o que se encontra protegido pelo sigilo profissional que orienta a atuação da advocacia”.
A investigação tratava do suposto uso indevido de recursos públicos durante as comemorações do 7 de setembro de 2022, quando milhões de brasileiros foram às ruas demonstrar apoio ao então presidente.
Segundo revelou o jornal O Globo, o processo tramita sob sigilo judicial, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitou a restrição de acesso ao público. Essa decisão veio diretamente do gabinete do presidente do STJ, demonstrando a sensibilidade e o peso político do caso.
No documento, Moro destacou que há uma “proximidade temporal” entre os repasses milionários e as operações policiais contra a quadrilha que fraudava aposentados — o que reforçaria a suspeita de ligação entre os recursos e o esquema criminoso.