Trump quer prisão para quem queimar a bandeira dos EUA
A medida determina pena de um ano de prisão para quem desrespeitar a lei.
A medida determina pena de um ano de prisão para quem desrespeitar a lei.
O pedido engloba o período de 1º de janeiro de 2011 a 1º de agosto de 2025 e exige informações completas, como datas, horários, locais de acesso e setores visitados dentro do Senado.
O relatório da PF, amplamente questionado por aliados do ex-chefe do Executivo, indiciou tanto Bolsonaro quanto o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sob acusações de “coação no curso do processo” e de “tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito”.
O documento foi encaminhado ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), dentro da investigação que Washington conduz sobre práticas comerciais do Brasil.
A medida busca averiguar a suspeita de participação no esquema de fraudes em benefícios por parte do irmão do presidente Lula (PT), José Ferreira da Silva, o Frei Chico.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 21 deste mês, em 163 municípios espalhados pelas 27 unidades da Federação.
O funcionário, identificado como Samuel Santos, ocupa o cargo de secretário parlamentar e recebe salário de R$ 3.125,11, além de R$ 1.784,42 de auxílio.
Durante o evento, ele fez questão de lembrar sua primeira participação na festa ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reforçando sua gratidão e denunciando a perseguição política contra o ex-chefe do Executivo.
Acompanhado do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, da chefe da Funai, Joenia Wapichana, além de magistrados do CNJ, Barroso ouviu queixas e demandas das lideranças indígenas locais.
Entre os nomes que o PT pretende chamar estão não apenas Bolsonaro, mas também ex-integrantes de sua gestão, como José Carlos Oliveira, que comandou o INSS em 2021 e 2022. A lista se estende ao ex-ministro Onyx Lorenzoni e ao senador Rogério Marinho (PL-RN), que já foi secretário de Previdência entre 2019 e 2020.