TSE surpreende e marca julgamento de Cláudio Castro logo após megaoperação no Rio
A sessão está marcada para terça-feira (4).
A sessão está marcada para terça-feira (4).
O embate ocorre após o ministro decidir ir pessoalmente ao Rio de Janeiro cobrar explicações do governador Cláudio Castro (PL) sobre a megaoperação policial que resultou em 121 mortes nas favelas do Alemão e da Penha.
Nas redes sociais, o governador Ronaldo Caiado lamentou a escalada da violência e reforçou a necessidade de uma resposta firme contra o crime organizado. Segundo ele, “o brasileiro não suporta mais conviver com esta total situação de impunidade”.
Segundo Gleisi, em vez de se unirem ao governo Lula para fortalecer a segurança pública, os governadores estariam “fazendo política” e “seguindo a linha de Ronaldo Caiado (União Brasil)”.
A solicitação foi feita em 19 de agosto pela defesa de Bolsonaro, atendendo à exigência do próprio Moraes, que havia determinado que todos os pedidos de visita fossem formalizados exclusivamente pelos advogados do ex-presidente.
Em apenas três dias, o governador ganhou mais de 800 mil novos seguidores no Instagram, um reflexo claro do apoio popular à sua postura firme contra o crime organizado.
Mendonça pediu vista, suspendendo temporariamente o caso.
O anfitrião, Cláudio Castro (PL), recebeu no evento nomes como Jorginho Melo (PL-SC), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO) — todos defensores de uma política de segurança firme e sem complacência com o crime organizado.
Agentes federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em Brasília, Gurupi (TO), Palmas e São Paulo, além de realizarem o “sequestro de valores obtidos de forma ilícita”, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
O governador Cláudio Castro (PL) será obrigado a explicar todos os detalhes da ação — um pedido feito pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH).