Aliado de Trump quer que EUA investigue bancos do Brasil
A medida diz respeito à sanção imposta pela Casa Branca ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A medida diz respeito à sanção imposta pela Casa Branca ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em resposta, a um pedido da Lei de Acesso à Informação feito pelo O Globo, o a AGU alegou que os papéis tratam da “estratégia jurídica de defesa dos interesses do Estado brasileiro e das teses e argumentos que o Brasil deve levar ao processo judicial, o que se encontra protegido pelo sigilo profissional que orienta a atuação da advocacia”.
A investigação tratava do suposto uso indevido de recursos públicos durante as comemorações do 7 de setembro de 2022, quando milhões de brasileiros foram às ruas demonstrar apoio ao então presidente.
Segundo revelou o jornal O Globo, o processo tramita sob sigilo judicial, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitou a restrição de acesso ao público. Essa decisão veio diretamente do gabinete do presidente do STJ, demonstrando a sensibilidade e o peso político do caso.
Durante a fiscalização, os agentes encontraram diversas garrafas de bebidas alcoólicas sem procedência, vencidas e até com os lacres rompidos. Entre elas, cachaças que não traziam o CNPJ do fabricante, o que indica falsificação. Nos fundos do estabelecimento, foram achados engradados de bebidas vencidas desde o ano passado, prontos para serem vendidos ao consumidor desavisado.
No documento, Moro destacou que há uma “proximidade temporal” entre os repasses milionários e as operações policiais contra a quadrilha que fraudava aposentados — o que reforçaria a suspeita de ligação entre os recursos e o esquema criminoso.
As investigações tiveram início após o furto de três módulos eletrônicos de um caminhão Scania em Catalão (GO), na madrugada de 28 de agosto de 2025. Câmeras de segurança flagraram um veículo circulando nas proximidades do local. A polícia rastreou a placa e descobriu que o carro havia sido alugado em nome do empresário, o que levou à sua prisão.
Na resolução que selou a cassação, o presidente da Câmara, Osmar Danilo da Silva (Republicanos), citou a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, ressaltando que a decisão foi tomada “em razão da condenação criminal por crime doloso, com sentença definitiva e irrecorrível”.
Segundo a equipe médica do Hospital DF Star, a hipótese mais forte é que o rapper tenha sofrido a intoxicação em São Paulo, onde fez show no último domingo (28/9).
Além de uma jovem de 25 anos, moradora de Itapaci, confirmada mais cedo nesta sexta-feira (2), a Secretaria de Estado da Saúde informou que há outro paciente de 20 anos em Formosa e mais um, de 47 anos, em Padre Bernardo.