Luiz Fux exalta “liberdade de expressão” em sua estreia na Segunda Turma do STF
Durante sua fala, Fux destacou sua admiração pela liberdade de expressão, elogiando o histórico de decisões da Segunda Turma nesse sentido.
Durante sua fala, Fux destacou sua admiração pela liberdade de expressão, elogiando o histórico de decisões da Segunda Turma nesse sentido.
Segundo Gilmar, “a declaração de suspeição do ex-magistrado Sergio Moro foi mais que uma simples correção processual; foi o desnudamento de uma metodologia de subversão do sistema acusatório, como depois ficou comprovado nas revelações da operação Spoofing, que operou por anos a fio sob o manto da legalidade formal - consórcio entre promotor e juiz, de maneira escancarada”.
A troca de farpas entre os ministros durou cerca de dois minutos e expôs, mais uma vez, as divergências dentro do STF, que tem sido alvo de críticas crescentes por parte da sociedade e de lideranças políticas, inclusive nos Estados Unidos, sob o governo do presidente Donald Trump, que tem defendido maior transparência e limites para o poder de cortes supremas.
O estudo foi realizado entre os dias 4 e 8 de novembro, logo após a megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que terminou com mais de 121 mortos — entre eles, quatro policiais e o restante suspeitos de envolvimento com o tráfico.
Com um sorriso provocador, Janja disparou: “Já compraram coxinha?”, em tom de deboche, enquanto seguia em direção ao estúdio de uma emissora de TV.
“A Papuda não tem condição de receber o Bolsonaro. Ele precisa de uma dieta especial, tem idade avançada, trata-se de um ex-presidente. Se for bem cuidado, vai ter uma vida prolongada”, disse Celina.
A esquerda esperava a chamada “morte digital” de Bolsonaro — mas o tiro saiu pela culatra. Em vez de perder espaço, ele segue ampliando sua presença online. Em julho, somava cerca de 68 milhões de seguidores; hoje, já ultrapassa 68,5 milhões.
Durante o programa Pleno Time, do Pleno.News, a jornalista Fernanda Fernandes criticou a contradição do governo e lembrou que o próprio Lula havia prometido que a conferência “não seria a COP do luxo”.
A decisão contra Nikolas foi tomada em 3 de novembro pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, da 5ª Vara Cível de Brasília, sob a justificativa de que a frase ultrapassava os “limites da liberdade de expressão” ao associar o PT a práticas criminosas. A plataforma X (antigo Twitter) foi notificada para remover o conteúdo imediatamente.
A ausência do presidente gerou forte indignação nas redes sociais. Prefeitos, parlamentares da oposição e moradores das cidades atingidas exigiram a presença de Lula no local da catástrofe e cobraram ações emergenciais diretas.